Feeds:
Posts
Comentários

Aniversários [2]

Hoje é o dia de alguém muito especial, por quem eu sinto um grande carinho e tesão.

Feliz aniversário, moço! Quero lhe desejar tudo de muito bom em todas as áreas da sua vida, financeira, acadêmica/profissional, familiar, amorosa, pessoal… Que você viva por muitos anos e que esses anos sejam muito bem vividos. Que você realize seus projetos, alcance seus objetivos e seja muito feliz! Te desejo isso do fundo do meu coração! =)

Um beijo quente.

p.s.: Apesar de não poder te dar o presente completo, pelo menos parte dele você vai ganhar… ;)

Eu… [3]

My new favorite bra!

Eu tenho uma amiga que passa os dias sozinha
Contando ansiosa os minutos pra me ver chegar
Que sente no espaço que ocupa uma grande vitória
Não quer invadir territórios que possam a história mudar

Eu tenho uma amiga que espera serena e ardente
E esconde entre quatro paredes momentos de dor
Defende o pouco que ganha com unhas e dentes
Ninguém que se atreva a roubar- lhe nem mesmo um minuto de amor

Eu tenho uma amiga
Que escuta meus passos
Vem logo correndo
Num lindo sorriso
E se joga em meus braços

Eu tenho uma amiga
Que me fez tremer
Me leva à loucura

Me mata o desejo
E me faz renascer

Eu tenho uma amiga
(…)

Chitãozinho & Xororó

Love it.

A lot!

Do you promise?

Se você quer mesmo saber
Por que que ela ficou comigo
Eu digo que não sei
Se ela ainda tem seu endereço
Ou se lembra de você
Confesso que não perguntei

As nossas noites são
Feito oração na catedral
Não cuidamos do mundo
Um segundo sequer
Que noites de alucinação
Passo dentro daquela mulher
Com outros homens, ela só me diz
Que sempre se exibiu
E até fingiu sentir prazer
Mas nunca soube, antes de mim
Que o amor vai longe assim

Não foi você quem quis saber?

Chico Buarque

Ai, como essa moça é descuidada
Com a janela escancarada
Quer dormir impunemente
Ou será que a moça lá no alto
Não escuta o sobressalto
Do coração da gente

Ai, quanto descuido o dessa moça
Que papai tá lá na roça
E mamãe foi passear
E todo marmanjo da cidade
Quer entrar
Nos versos da cantiga de ninar
Pra ser um Tutu-Marambá

Ai, como essa moça é distraída
Sabe lá se está vestida
Ou se dorme transparente
Ela sabe muito bem que quando adormece
Está roubando
O sono de outra gente

Ai, quanta maldade a dessa moça
E, que aqui ninguém nos ouça
Ela sabe enfeitiçar
Pois todo marmanjo da cidade
Quer entrar
Nos sonhos que ela gosta de sonhar
E ser um Tutu-Marambá

Chico Buarque


Então tá combinado, é quase nada
É tudo somente sexo e amizade.
Não tem nenhum engano nem mistério.
É tudo só brincadeira e verdade.
Podemos ver o mundo juntos,
Sermos dois e sermos muitos,
Nos sabermos sós sem estarmos sós.
Abrirmos a cabeça
Para que afinal floresça
O mais que humano em nós.
Então tá tudo dito e é tão bonito
E eu acredito num claro futuro
de música, ternura e aventura
Pro equilibrista em cima do muro.
(…)

Caetano Veloso

Seu rosto olhando pra mim
não tem nenhum defeito
seu gingado vindo pra mim
já tá fazendo efeito

Preciso de você agora
um dia a mais não daria
tirei a roupa na hora
pensando no que a gente faria

Eu te amo assim do teu jeito
nosso tempo é mais que perfeito

Eu vou falar no teu ouvido
pra te tirar do sério
você morde a minha boca
você já sabe o que eu quero

Preciso de você agora
um dia a mais não daria
tirei a roupa na hora
pensando no que a gente faria

Eu te amo assim do teu jeito
nosso tempo é mais que perfeito

Quando você fala
me deixa encantado
quando você me olha
me deixa tarado

Frejat

Chega de tentar dissimular e disfarçar e esconder
O que não dá mais pra ocultar e eu não posso mais calar
Já que o brilho desse olhar foi traidor
E entregou o que você tentou conter
O que você não quis desabafar e me cortou

Chega de temer, chorar, sofrer, sorrir, se dar
E se perder e se achar e tudo aquilo que é viver
Eu quero mais é me abrir e que essa vida entre assim
Como se fosse o sol desvirginando a madrugada
Quero sentir a dor desta manhã

Nascendo, rompendo, rasgando, tomando meu corpo e então eu
Chorando, sofrendo, gostando, adorando, gritando
Feito louca, alucinada e criança
Sentindo o meu amor se derramando
Não dá mais pra segurar, explode coração…

Gonzaguinha

Quando caminho pela rua lado a lado com você
Me deixas louca
E quando escuto o som alegre do teu riso que me dá tanta alegria
Me deixas louca

Me deixas louca quando vejo mais um dia pouco a pouco entardecer
E chega a hora de ir pro quarto escutar as coisas lindas que começas a dizer
Me deixas louca

Quando me pedes por favor que nossa lâmpada se apague
Me deixas louca
Quando transmites o calor de tuas mãos pro meu corpo que te espera
Me deixas louca

E quando sinto que teus braços se cruzaram em minhas costas
Desaparecem as palavras, outros sons enchem o espaço

Você me abraça, a noite passa
E me deixas louca

Elis Regina

Eclipse Solar


Eu não consigo mais tirar ele da minha cabeça… desde a última vez que tivemos nossa aula ele me invade o pensamento a todo instante. Não tinha a menor idéia de que isso iria acontecer. Estava dando as aulas sem intenção nenhuma de ficar com ele. É lógico que é ótimo estar com ele, conversar com ele olhando em seus olhos, sentir que mesmo tão distantes estávamos próximos de alguma forma e claro que a cada aula eu sonhava que acabasse em algo mais, mas daí pensar que esse sonho se tornaria realidade, isso eu nunca cogitei. Bendita hora que ele esqueceu a “ementa da curso”. Sem saber a próxima “matéria” a ser dada, a aula acabou meio que pela metade e ficamos sem ter o que fazer. “Cabeça vazia, oficina do diabo”, é o que diz a minha mãe. Quando dei por mim eu já estava sem sutiã, em cima da mesa, beijando aquela boca… Toda vez que lembro dos detalhes eu fico excitada tanto quanto estava, é inevitável. Alguns momentos específicos me vêm a mente e custo a acreditar que eles são lembranças e não frutos da minha própria imaginação. Quando ele chupou meus seios, a carinha dele, o sussuro: “Nossa, que delícia sentir ele ficando durinho na minha boca…”, ou quando ele me pegou, pela perna, ou pela cintura e me levantou, sei lá, eu já tava muito fora de mim nessa hora e quando vi já estava em cima da mesa, rs. Ou ainda quando me perguntou sobre o meu fetiche e minutos depois me deu a pegada mais deliciosa que já senti em toda a vida, eu sorri e ele perguntou: “Que foi?” E eu ainda sorrindo falei: “É exatamente assim que eu gosto!” E ele deu a gargalhada mais gostosa que eu já escutei… E finalmente, um pouco antes da gente ir embora, aqueles minutinhos finais que a gente ficou se tocando, se olhando, sorrindo, ele passando a mão na minha bunda, e de repente minha mãe liga e eu tenho que ir embora e ele fala: “Nãao…” e me beija, pela última vez… Aiai…. Eu tenho a impressão de que tudo isso só acontece uma vez na vida, como a passagem de um cometa ou um eclipse solar, que eu tenho que guardar esses momentos na memória pra sempre. Talvez por eu nunca ter sentido isso antes eu ache que nunca vá sentir de novo. Espero estar enganada.

Meu bem você me dá
Água na boca

Vestindo fantasias
Tirando a roupa
Molhada de suor
De tanto a gente se beijar

De tanto imaginar
Loucuras…

A gente faz o amor
Por telepatia

No chão, no mar, na lua
Na melodia
Mania de você
De tanto a gente se beijar
De tanto imaginar
Loucuras…

Nada melhor
Do que não fazer nada
Só prá deitar
E rolar com você…

Rita Lee

Olho a cidade ao redor
E nada me interessa
Eu finjo ter calma
A solidão me apressa

Tantos caminhos sem fim
De onde você não vem

Meu coração na curva
Batendo a mais de cem

Eu vou sair nessas horas de confusão
Gritando seu nome entre os carros que vêm e vão

Quem sabe então assim
Você repara em mim

Corro de te esperar
De nunca te esquecer
As estrelas me encontram
Antes de anoitecer

Olho a cidade ao redor
Eu nunca volto atrás
Já não escondo a pressa
Já me escondi demais

Eu vou contar pra todo mundo
Eu vou pichar sua rua
Vou bater na sua porta de noite
Completamente nua

Quem sabe então assim
Você repara em mim

Ana Carolina

Tô com saudade de tu, meu desejo
Tô com saudade do beijo e do mel
Do teu olhar carinhoso
Do teu abraço gostoso
De passear no teu céu

É tão difícil ficar sem você
O teu amor é gostoso demais
Teu cheiro me dá prazer
Quando estou com você
Estou nos braços da paz

Pensamento viaja
E vai buscar meu bem-querer
Não posso ser feliz, assim
Tem dó de mim
O que é que eu posso fazer

Dominguinhos


Quero ficar no teu corpo
Feito tatuagem
Que é prá te dar coragem
Prá seguir viagem
Quando a noite vem…

E também prá me perpetuar
Em tua escrava
Que você pega, esfrega
Nega, mas não lava…

Quero brincar no teu corpo
Feito bailarina
Que logo se alucina
Salta e te ilumina
Quando a noite vem…

E nos músculos exaustos
Do teu braço
Repousar frouxa, murcha
Farta, morta de cansaço…

Quero pesar feito cruz
Nas tuas costas
Que te retalha em postas
Mas no fundo gostas
Quando a noite vem…

Quero ser a cicatriz
Risonha e corrosiva
Marcada a frio
Ferro e fogo
Em carne viva…

Corações de mãe, arpões
Sereias e serpentes
Que te rabiscam
O corpo todo
Mas não sentes…

Chico Buarque

Quase

Eu tinha acabado de chegar em casa com ele. Entrei e fui direto pra cozinha. “Entra, fica à vontade.” abri a geladeira “aceita vinho?” e ele aceitou. Peguei duas taças e as enchi até a metade. Voltei pra sala, dei uma pra ele, sentei no sofá e ele na poltrona. Começamos a conversar coisas da faculdade. Não lembro exatamente o que, mas somos professor e com certeza era algo do trabalho que estávamos fazendo  juntos. O vinho das taças tinha acabado e a conversa sobre trabalho também. Levantei e fui até a cozinha ficando de costas pra sala e falei bem alto pra ele escutar “Aceita mais vinho?” e uma voz vindo bem detrás de mim disse “Não, obrigado”. Levei um susto, dei uma risadinha e me virei “Nem vi que você estava aqui, desculpa” ele colocou a taça dele na pia e se aproximou de mim… Eu fiquei estática, minha cabeça achou que fosse acontecer milhares de coisas e quando ele estava próximo o suficiente para um beijo, passou a mão no meu cabelo “tinha uma folhinha no seu cabelo” e me mostrou a folhinha. Suspirei sem querer e disse: “Olha, não quero ser grosseira, mas acho melhor você ir embora… Tá ficando tarde, estamos sozinhos na minha casa, tomamos vinho e acho que estamos próximos demais… não tá ficando perigoso, não?” Ele pegou a taça da minha mão, apoiou na pia também, se aproximou mais me deixando “presa” entre ele e a pia, e disse com todos as letras: “Por que perigoso? Justo agora que nós dois não temos nada a esconder…” Foi quando eu me lembrei que ele havia comentado que tinha terminado com a namorada. Nessa hora eu sorri e ele me beijou, eu correspondi, claro. Fomos nos beijando pela cozinha e os poucos e rápidos momentos que parávamos de nos beijar eu andava em direção ao quarto, até ele me alcançar e fazermos outra parada. Cada parada dessas resultava em uma peça a menos de roupa. Sapatos, calças, blusas… era incrível como tirávamos com facilidade enquanto nos beijávamos e andávamos. Subimos as escadas e chegamos ao meu quarto. A cama estava perfeita, gigantesca, com travesseiros e edredons brancos. Ele estava com uma cueca boxer e eu com uma lingerie simples, mas linda. Me aproximei da cama tirando as almofadas de cima e ele veio por tras de mim, beijando meu pescoço, me abraçando pela barriga, aproximando meu quadril dele. Ficamos assim mais um pouco, ele suspirando em meu ouvido, massageando meus seios… estava ótimo. Ele me virou e nós nos deitamos. Eu por baixo e ele por cima. Me deu um beijo de tirar o fôlego e foi aí que eu acordei com falta de ar e percebi que tudo isso, infelizmente, era um sonho.

Alguém como tu
Assim como tu
Eu preciso encontrar
Alguém sempre meu
De olhar como o teu
Que me faça sonhar

Amores eu sei
Na vida eu achei e perdi
Mas nunca ninguém desejei
Como desejo a ti

Se tudo acabou
Se o amor já passou
Há de um sonho ficar
Sozinho estarei
E alguém eu irei
Procurar

Eu sei que outro amor posso ter
E um novo romance viver
Mas sei que também
Assim como tu
Mais ninguém

Dick Farney

mãos

Deixe que minha mão errante adentre atrás, na frente, em cima, em baixo, entre.
Minha América, minha terra à vista, reino de paz se um homem só a conquista.
Minha mina preciosa, meu império, feliz de quem penetre o teu mistério.
Liberto-me ficando teu escravo, onde cai minha mão, meu selo gravo.
Nudez total: todo prazer provém do corpo, como a alma sem corpo, sem vestes.
Como encadernação vistosa, feita para iletrados, a mulher se enfeita,
Mas ela é um livro místico e somente, a alguns, a que tal graça se consente, é dado lê-la.
Eu sou um que sabe.

Caetano Veloso

Tarados

Quando eu morava no sul, devia ter uns 9 ou 10 anos, recebi uma carta anônima, lógico, de um homem descrevendo uma relação sexual minha com ele. E no verso tinha uma foto 3×4 minha, ele desenhou meu corpo nu e o dele, também nu, em posição sexual. Foi o dia mais traumático da minha vida, não porque eu vi a carta, eu não a vi, só anos depois, mas porque minha mãe, que recebeu a carta ficava me perguntando se isso era verdade, se eu tinha realmente transado. E ela duvidar de mim foi uma das coisas mais traumáticas pra mim. Tudo isso por causa de um tarado que achou minha carteirinha do colégio que eu tinha perdido uma semana antes, perto de casa.

Depois me mudei pra Minas e com 15 anos eu fazia teatro de noite, bem perto da minha casa, por isso ia e voltava a pé. Nunca tive problemas, moro num bairro movimentado e sempre ia rápido pra casa. Um belo dia eu estava saindo e vi um homem de uns 40 anos entrando no carro bem na porta do lugar. Imaginei estar saindo de lá também. Então ele abaixou o vidro e me chamou, me ofereceu uma carona até minha casa… Eu agradeci e falei que morava perto, que não queria incomodar. O fato é que achei que ele estava saindo do teatro e nem desconfiei, fui simpática… Continuei andando pela calçada e ele me acompanhou de carro, bem devagar, ainda insistindo muito para que eu entrasse no carro. Eu continuei agradecendo e sendo muito educada. Acho que quando ele percebeu que eu não entraria, ele apelou, vi ele mexendo em alguma coisa no colo, a porta estava fechada então só via da cintura pra cima. Mas ele logo confirmou o que eu achava que era. “Acabei de abrir minhas calças. Você não quer vir ver???”. Fiquei gelada na hora, meu coração disparou e eu saí correndo, acho que nunca corri tanto em toda a minha vida. Quando eu reparei que ele me acompanhava de carro, entrei numa rua que era contra-mão pra ele e perdi ele de vista. Cheguei em casa e chorei muito, mais de susto que qualquer outra coisa. Era muito nova pra tomar qualquer reação diferente.

Entrei na faculdade e mais dois homens me abordaram. O primeiro eu estava em um grupo de amigos e o segundo eu estava com minha melhor amiga e eles nem assim se constrageram ou se intimidaram. Ficavam perguntando se eu tinha namorado, se podiam me abraçar…

Eu fico me perguntando se eu tenho algum tipo de ímã ou se algo na minha cara fala “Vem, não tenha medo… pode me assediar…”. Só pode ser algo do tipo porque não faz nenhum sentido. Nenhuma outra amiga foi assediada dessa forma. Achei que ficaria lisonjeada por me assediarem, mas não dessa forma. Eu to é cansada.

Quem será que me chega na toca da noite?
Vem nos braços de um sonho que eu não desvendei
Eu conheço o teu beijo, mas não vejo o teu rosto.
Quem será que eu amo e ainda não encontrei?
Que sorriso aberto ou olhar tão profundo…
Que disfarce será que usa pro resto do mundo?
Onde será que você mora, em que língua me chama?
Em que cena da vida haverá de comigo cruzar?
Que saudade é essa do amor que eu não tive?
Por que é que te sinto se nunca te vi?
Será que são lembranças de um tempo esquecido
Ou serão previsões de te ver por aqui… então vem!
Me desvenda esse amor que me faz renascer.
Faz do sonho algo lindo que me faça viver.
Diz se fiz com os céus algum trato,
Esclarece esse fato e me faz compreender
Esse beijo, esse abraço na imaginação
E descobre o que guardo pra ti no meu coração
Mas deixa eu sonhar, deixa eu te ver.
Vem e me diz: quem é você

Simone

.

Por favor

useseusdentes

banho

Que tal nós dois
Numa banheira de espuma
El cuerpo caliente
Um dolce farniente
Sem culpa nenhuma…

Fazendo massagem
Relaxando a tensão
Em plena vagabundagem
Com toda disposição
Falando muita bobagem
Esfregando com água e sabão…

Lá no reino de Afrodite
O amor passa dos limites
Quem quiser que se habilite
O que não falta é apetite…

Rita Lee

banho de espuma

Meu Aniversário

bolinho
niver

Mais um ano de vida… E de presente, quero algo como esse vídeo, tão inesperado e surpreendente, como uma festa surpresa. Cansei do comum, do normal…

Aniversários

balões

Meu aniversário está chegando e eu já seu o que eu quero de presente…

presente

Mas hoje, 3 dias antes do meu, é o dia de alguém muito especial, por quem eu sinto um grande carinho e tesão.

Feliz aniversário, moço! Quero lhe desejar tudo de muito bom em todas as áreas da sua vida, financeira, acadêmica/profissional, familiar, amorosa, pessoal… Que você viva por muitos anos e que esses anos sejam muito bem vividos. Que você realize seus projetos, alcance seus objetivos e seja muito feliz! Te desejo isso do fundo do meu coração! =)

Um beijo quente.

Feliz Aniversário

Eu… [2]

Em um dia bom, conversando com alguém na internet.

Eu

Frio

frio
Tenho sentido muuuito frio.
Há quem diga que é o tempo, há quem diga que é falta de “calor humano”, rs.
Eu acredito que seja os dois.

Depilada

depilada Adoro me depilar. Não o ato em si, mas adoro não ter pelos no corpo, me sinto mais limpa, mais livre, mais sexy… Acho que toda mulher feminina e vaidosa deve se sentir assim.
Esses dia na faculdade com meus colegas surgiu esse assunto e pior que só tinha eu de mulher. Fiquei calada, claro. E foi até uma experiência interessante escutá-los falando disso. “Deus me livre de mulher peluda…”, “Nem tem como…”, além de outros comentários e até uma pequena história de um deles que parou quase na “hora H” quando tocou na perna de uma menina e sentiu que ela não estava depilada. Sinceramente acho que todo homem deve gostar de sentir a maciez de uma perna lisinha e hidratada.
Se não gostar, não deve ser muito hetero. Inclusive tem até uma amiga da minha mãe que se produzia toda, se depilava, passava cremes, comprava lingerie e seu ex-marido se separou dela pra ficar com um homem com a barba mal feita e corpo peludo. Acho que isso é pior que ser trocada por qualquer outra mulher. Bom, gostos à parte, queria mesmo era contar de como foi minha terça.
De manhã cedinho saí pra me depilar, me depilei e na volta pra casa minha melhor amiga e colega de faculdade me liga me lembrando que não haveria aula e que ela também não iria pra faculdade. Estava eu sem motivo nenhum pra sair de casa. Quando chego em casa, meu irmão foi pro cursinho, minha mãe foi trabalhar e minha funcionária liga dizendo que ia se atrasar e chegaria mais tarde. Pronto, a casa sozinha, eu sem nenhuma preocupação, sem nenhum compromisso, fui pro banho e foi inevitável. Comecei me tocando debaixo do chuveiro, saí de lá e continuei me masturbando na cama… Acho que nunca me masturbei por tanto tempo, tocava minha pele sensível, recém depilada, lisinha, macia, nunca gozei tanto e não me dava por satisfeita, continuava me tocando e me massageando, recuperava o fôlego e me masturbava de novo e gozava de novo, sucessivas vezes. Juro que se estivesse com um homem ele não teria aguentado, nunca estive tão insaciável, nunca senti tanto tesão ao me tocar… Ufa… foi uma das melhores manhãs que já tive. Por enquanto… espero.

Releituras

Bom, vi o Olhar Erótico mostrando releituras de obras de arte como Klimt e Schiele e também achei por lá mulheres do magnífico Manara. Passado um tempo, achei um livro só de releituras do Manara, me lembrei do Olhar Erótico e resolvi “imitá-lo”.

Aqui vai as releituras que eu mais curti e as obras originais. Aaa… E o link pra quem quiser o livro todo.

http://rapidshare.com/files/70839405/Sensualitars_milo_manara.rar

Phryne before the areopagus

Phryne before the areopagus - Jean-Léon Gérôme

Phrine before the areopagus - Milo Manara

Sleeping Venus

Sleeping Venus - Giorgione

Giorgioni's Venus - Manara

E finalmente… La Maja Desnuda

La Maja Desnuda - Francisco Goya

Who was the Maja Desnuda - Manara

Dia dos namorados

namorados

Pior dia do ano para os solteiros, que como eu, queria não ser solteiros.

esquecer

Não estou disposto
A esquecer seu rosto de vez
E acho que é tão normal
Dizem que sou louco
Por eu ter um gosto assim
Gostar de quem não gosta de mim

Jogue suas mãos para o céu
E agradeça se acaso tiver
Alguém que você gostaria que
Estivesse sempre com você
Na rua, na chuva, na fazenda
Ou numa casinha de sapê

Kid Abelha

Conto (fim)

Chegaram ao décimo segundo andar e Tatiana quase não acreditava no que via, era o apartamento mais lindo que se lembrou de ter entrado, parecia que tinha acabado de sair de uma revista da Casa Cor. Rodolfo foi até a sala e abriu uma cortina comprida que escondia uma sacada linda, foi então que viu o sol se pondo. Se aproximou da sacada maravilhada com a vista enquanto Rodolfo se aproximava do som, colocou um cd de lounge (ou downtempo, como costumam chamar hoje em dia) que Tatiana não reconheceu.

- Aceita beber alguma coisa? Uma água, um refri, um suco, um vinho?

- Um vinho…

Rodolfo sorriu, foi até a cozinha e enquanto isso, na sala, Tati passeava entre os móveis até avistar uma estante com algumas fotos, imaginou que o homem mais velho com Rodolfo em uma foto poderia ser seu pai e uma menina mais nova que ela agarrada em seu pescoço, seria sua irmã, ou sobrinha… Terminou de rodear a sala e voltou à sacada. Instantes depois chega Rodolfo com duas taças de vinho e deu uma para Tatiana que logo tomou um pequeno gole.

- Aqui é lindo!!! A vista é perfeita… Você mora sozinho?

- Moro sim, eu não sou daqui. Meus pais são de São Paulo, meu pai é dono de uma empresa imobiliária. Por isso moro nesse apartamento, foi fácil pro meu pai, já que ele trabalha com isso. Minha mãe é dona-de-casa. Sempre foi… Acho que nunca quis trabalhar. Eu tenho uma irmã bem mais nova que eu. Hoje ela tem 14 anos, exatamente 10 anos mais nova que eu. Somos até do mesmo mês… E se você fez as contas, é isso mesmo, eu tenho 24 anos, todo mundo fala que pareço mais velho…

- Realmente… Achava que tinha uns 27 anos… Eu tenho 18.

- Você parece ter exatamente a idade que tem. Mas as vezes, seus gestos, sua postura… Parece que é mais nova. Antes de te beijar, eu tinha certeza de que tinha uns 17 anos.

- Por quê? Por que depois de me beijar me achou mais velha?

- Acho que é por causa da intensidade do seu beijo. Você não beija como uma menina, mas sim como uma mulher. Sabe… foi um dos melhores beijos que eu já dei até hoje. Foi incrível.

Tatiana sorriu, mas não era mais um sorriso tímido e acanhado. Depois de ouvir isso ela se sentiu realmente mais mulher. Seu sorriso tinha mais malícia e seu olhar era de sedução. Tomou mais um gole de vinho e foi saindo da sacada, entrando no apartamento vagarosamente, como se estivesse pensando.

- Sabe de uma coisa… – Começou Tatiana com uma voz matreira – Você ainda não terminou de me mostrar seu apartamento.

- É verdade, – sorriu Rodolfo – vem cá, vou te mostrar.

Se aproximou ao lado dela e passou a mão que não estava segurando o vinho na cintura dela e continuou andando, guiando-a para os outros comodos do apartamento.

- Onde estávamos era a sacada, aqui é a sala de estar, ali logo a frente é a sala de jantar. Passando por essa porta temos a cozinha… Aqui nesse corredor tem – abriu uma das duas portas que havia no corredor – minha biblioteca, onde fica meu notebook. – Fechou a porta e foi até a outra porta um pouco mais a frente. – E aqui é o meu quarto e ali do lado meu banheiro.

Tatiana foi entrando e observando cada centímetro. Observou o aparelho de som em uma estante de onde vinha a música que ela nunca tinha escutado, se aproximou, deixou sua taça de vinho em cima do aparelho e abaixou o volume suficiente para continuar escutando e se enconstou na parede ao lado da cama.

- Seu apartamento é lindo.

- Obrigado.

Rodolfo deixou sua taça em uma estante perto da porta e se aproximou dela. Passou a mão no rosto de Tatiana, afastou seu cabelo para o lado e começou a beijar seu pescoço. Tatiana enclinou a cabeça para trás quase que automaticamente enconstando-a na parede, passava as suas mãos delicadas nos cabelos rebeldes de Rodolfo e suspirava deixando escapar uns gemidos de vez em quando… Rodolfo foi vagarosamente subindo do seu pescoço até a boca. Aproximou seu corpo do corpo de Tati, pressionando-o contra a parede. Sentiu seu coração disparado e descendo até os seus seios os beijou por cima da blusa, os massageando com as mãos. Tatiana se enclinou mais para trás. Rodolfo se curvou mais indo até a sua barriga, levantando sua blusa, até que que Tatiana tirou sozinha a blusa. Rodolfo voltou a beijar seus seios, que agora estavam só com o sutian, deu uma pequena pausa, olhos bem nos seios dela, olhou nos olhos dela e disse:

- Você é linda!

Tatiana sorriu e o beijou. Enquanto se beijavam se afastavam da parede, Rodolfo tirou o tênis com os próprios pés, depois tirou a camiseta e enquanto isso, Tatiana se apoiava nos ombros de Rodolfo pra tirar os sapatos, e se afastaram um pouco. Tatiana desabotoou e tirou a saia jeans, Rodolfo tirou a calça e a meia. Os dois ficaram de pé e olharam se, Tatiana de calcinha e sutian bege, Rodolfo de cueca boxer preta. Ambos se adimiravam, se contemplavam…
Rodolfo foi se aproximando de Tatiana. Pegou sua mão com gentileza e foi andando até a cama onde se sentou de frente pra cabeceira da cama. Puxou Tatiana com delicadeza para a cama também, ela se sentou de frente pra Rodolfo que se aproximou para voltar a beijá-la, mas ela o impediu.

- Que foi? Tá tudo bem? Você quer parar? Algum problema? Aconteceu alguma coisa?

- Não, calma, tá tudo bem- e Tatiana riu timidamente – É que… eu preciso te contar uma coisa.

- Ok, pode falar.

- Eu nunca estive com ninguém assim antes – falou baixo e sem jeito.

Abaixou os olhos e ficou calada esperando ansiosa a reação de Rodolfo.

- Tati, eu sinceramente não to surpreso. Eu imaginei que você era virgem, mas olha, só vai acontecer se você quiser. Não se sinta pressionada, eu vou te entender caso queira parar.

Tatiana sorriu, olhou para Rodolfo, se aproximou de seu ouvido e sussurrou:

- Eu não quero parar. Só queria que você soubesse.

Aquilo excitou Rodolfo como nenhum sussurro tinha excitado antes. Aproveitou que Tati estava tão perto e beijou seu pescoço, seu queixo até sua boca. Ainda a beijando, deitou seu corpo na cama suavemente e começou a alisá-la. Passou a mão e beijou todo o corpo de Tatiana, tirou seu sutiã e chupou seu mamilo com carinho e tesão. Foi descendo e beijando sua barriga, tirando sua calcinha com cuidado. Seus dedos percorriam sua vagina, tocando seu clitóris carinhosamente fazendo Tatiana gemer de prazer. Enquanto isso, para ela, tudo era muito novo, cada sensação era ótima e aquele momento era maravilhoso, melhor do que havia sonhado. Ele já era mais experiente e soube fazer em Tatiana um sexo oral que ela nunca mais se esqueceria. Passando a lingua e os lábios por sua vagina e clitóris, e bem devagar e cuidadosamente penetrando seu dedo nela. Continuou assim, variando apenas a frequencia até sentir Tati tremer de prazer e sentir seu gozo em sua boca. Ele beijou sua vulva por mais alguns instantes. Ela estava ofegante e totalmente relaxada. Ele ficou a olhando por alguns instantes até ela recuperar o fôlego e abrir os olhos. Então ele voltou a beijá-la e alisar seu corpo. Rodolfo delicadamente começou a penetrá-la. Por alguns segundo Tatiana segurou o grito de dor e logo relaxou, aproveitando o momento. Ele se preocupou, mas ela pediu pra não parar. Ele a penetrava vagarosamente e a conduziu para que ela ficasse por cima pra poder controlar a velocidade. Ela começou devagar, mas em pouco tempo aumentou a velocidade, cada movimento era mais ritmado e intenso que o anterior. Rodolfo estava louco de tesão que só aumentava com o ritmo de Tati e quando olhava para seu rosto de prazer e seus seios balançando com o mamilo rígido que ora enconstava em seu peito, ora não. Quando Tati percebeu que Rodolfo estava fechando os olhos e curvando a cabeça para trás, ela parou. Rodolfo arregalou os olhos procurando algum motivo para aquilo. Tatiana sorriu e disse:

- Me ajuda a fazer uma coisa?

- Claro! O que quiser!

Tatiana desceu da cama e Rodolfo sentou-se de frente pra ela. Ela se ajoelhou e começou a beijar seu pau e lambê-lo em toda a sua extensão. Rodolfo foi a orientando em abrir bem a boca e em pouco tempo ela já estava chupando ele bem gostoso e ele enfiando quase tudo na boca dela. Vez ou outra ela parava e chupava bastante a cabecinha mas depois voltava a enfiar ele na boca e chupar com vontade. Após alguns minutos assim ele derramou seu gozo sob sua boca e seus seios, ela passava a mão pelo seu corpo estranhando aquele melado que a fez sentir tanto prazer naquela noite, o que foi pra boca ela engoliu e sorriu.

- Você é realmente uma delícia.

Ele a levantou e a beijou calorosamente. Foram juntos tomar um bom banho. Ambos se sentiam feliz e realizados. Completos e satisfeitos. Depois do banho eles se deitaram na cama e depois de um tempo de conversas e beijos Rodolfo pediu pra Tati namorar com ele. Ela não poderia ter ficado mais feliz e tranquila. Aceitou o pedido com muitos beijos. Rodolfo se deitou de costas pra cama e Tatiana deitou em seu ombro, apoiando a mão em seu peito. Dormiram assim, aconchegados um no outro, lembrando de como foi atípico e maravilhoso aquele dia. Iriam guardá-lo pra sempre na memória.

olhar

É incrível a nossa história
Sem nenhuma prova concreta
Só palavras, que voam com o vento
Imagens que eu guardo na memória

Um segredo inviolável
De uma paixão inflamável
Mas que nunca incendeia
Nem em noite de lua cheia

Às vezes passo dias inteiros
Imaginando e pensando em você

E eu fico com tantas saudades
Que até parece que eu posso morrer

Pode acreditar em mim
Você me olha, eu digo sim
Mas eu nem sei se sofro assim
O que eu quero é você pra mim

Fernanda Abreu

O que eu quero é você pra mim

sobremim

Bem que se quis depois de tudo ainda ser feliz.
Mas já não há caminhos prá voltar.
E o que que a vida fez da nossa vida?
O que que a gente não faz por amor?…

Mas tanto faz! Já me esqueci de te esquecer
Porque o teu desejo é meu melhor prazer
E o meu destino é querer sempre mais
A minha estrada corre pro seu mar…

Agora vem, prá perto vem, vem depressa,
Vem sem fim dentro de mim
que eu quero sentir o teu corpo pesando sobre o meu

Vem meu amor, vem prá mim
Me abraça devagar, me beija e me faz esquecer…

Nelson Motta

Eu quero sentir o seu corpo pesando sobre o meu…

meuamor

O meu amor tem um jeito manso que é só seu
E que me deixa louca, quando me beija a boca, minha pele toda fica arrepiada, e me beija com calma e fundo até minh’alma se sentir beijada.
O meu amor tem um jeito manso que é só seu
Que rouba os meus sentidos, viola os meus ouvindos com tantos segredos lindos e indecentes, depois brinca comigo, ri do meu umbigo e me crava os dentes.
Eu sou sua menina, viu? E ele é o meu rapaz, meu corpo é testemunha do bem que ele me faz.
O meu amor tem um jeito manso que é só seu
De me deixar maluca quando me roça a nuca e quase me machuca com a barba mal feita e de pousar as coxas entre as minhas coxas quando ele se deita.
O meu amor tem um jeito manso que é só seu
De me fazer rodeios, de me beijar os seios, me beijar o ventre, me deixar em brasa, desfruta do meu corpo como se meu corpo fosse a sua casa.
Eu sou sua menina, viu? E ele é o meu rapaz, meu corpo é testemunha do bem que ele me faz.

Chico Buarque

Eu quero o MEU amor.

Eu…

Me

…saindo do banho.

Aaaahhh…

gozo

Yesss!!! Consegui… nem acredito que finalmente consegui. Hoje eu me deitei pra dormir e comecei a pensar em zilhões de coisas, inclusive nele. Lembrei de algumas de nossas conversas e de uma delas passei a imaginar uma cena, ele comigo, fazendo aquilo que ele adora fazer e que eu adoro que ele faça. Foi inevitavel mais uma tentativa. Já tinha quase desistido disso, minhas unhas realmente incomodam um bocado, mas na situação que eu estava, relevei o incomodo e surpreendentemente consegui!!! Acho que aprendi um jeito que dá tudo certo. Fiz questão de levantar só pra contar! ;¬)
Já tinha um tempinho, eu estava esfriando… agora voltei a ficar tão quente quanto antes. Me aguardem.

Cozinha

cozinheira

Nunca fui boa cozinheira… é uma pena.

Unhas grandes

arranha

Alguém me ajuda? Depois que as minhas unhas cresceram, está cada vez mais difícil.

Volta às aulas

Foi bom, e ao mesmo tempo péssimo, vê-lo hoje.
Foi bom porque eu estava com saudades, saudades de vê-lo pessoalmente, de conversar com ele olhando nos olhos, foi legal poder lhe mostrar as unhas sem ser pela webcam…
Mas ao mesmo tempo foi péssimo porque, apesar de ter achado que isso não aconteceria, eu tive vontade de pular em seu pescoço e beijá-lo, sentir seus lábios, sua lingua dentro de mim, o sabor de sua saliva, tive vontade de abraçá-lo diferente, me aconchegando em seus ombros… foi péssimo ficar tão próxima e ao mesmo tempo tão distante. E isso tudo serviu pra eu perceber que realmente me sinto atraída por ele e que esse semestre vai ser um exercício de concentração e auto-controle.

- Oi Gabriel!!! – O abracei com saudades e um sorriso no rosto e ele retribuiu o sorriso na hora.
- Anna?? Agora que te reconheci! Você tá tão diferente, o que fez?
- Nada… Cortei o cabelo… Talvez seja isso!
- Não… Eu reparei no seu cabelo mesmo. Tá bem legal. Mas sei lá. Parece que você tá mais… não sei. – parou de sorrir, deu uma risada tímida – você tá linda. – e voltou a sorrir – Como vão as férias? Como passou o carnaval?…

Conversamos por mais um tempo, ele perguntou discretamente se eu estava namorando e depois nos despedimos.

Sede

Tenho sentido sede de saliva.

 

Tenho sentido sede de saliva.

Insonia

Tem sido difícil dormir. Toda vez que me deito começo a me lembrar de conversas, de vontades e isso me excita de uma forma que nunca senti antes. Já tentei só virar pro canto e dormir… mas não funciona mais. Começo a imaginar uma porção de possíveis situações e minha mente vira um turbilhão de desejos. Resisto, tento pensar em outra coisa, prendo minhas mãos debaixo do travesseiro, mas elas escorregam e sem que eu perceba estão tocando minha calcinha e só então eu percebo o quão excitada estou. Depois que eu me rendo a minha imaginação, depois que eu me libero pra me tocar e me excitar e finalmente gozar… aí sim o sono vem, como que uma recompensa.

Gostoso

- Gostoso?

- Como assim? Essa pergunta é muito realtiva! O que é gostoso? O vento? É… O vento tá gostoso!

- Eu sou gostoso?

- Como vou saber Cris, nunca te experimentei.

- Quer experimentar?

- Não.

- Aé… lembrei… você já tem dono, né.

- É… eu já tenho o MEU gostoso.

http://www.contosfemininos.com.br/contos/7769.html

Conto (meio)

Tatiana fez como o combinado, foi para a lanchonete da universidade e uma hora para ela nunca foi tão comprida como essa, sua cabeça parecia um turbilhão de pensamentos. Pensava em todos os perigos que corria, mal conhecia aquele homem, não sabia se ela era de boa índole ou um assassino, um tarado, um louco, ou qualquer coisa do tipo. Mas quanto mais pensava em todos esses detalhes, mais se excitava e se entusiasmava. Era uma loucura o que estava prestes a fazer, mas não sabia ainda o sabor maravilhoso de se cometer loucuras e nem que esse sabor viciava tanto quanto o doce do chocolate. Se lembrava do beijo que deu em Rodolfo na biblioteca, na intensidade daquele beijo, no vulcão que sentiu explodir dentro de si mesma a cada toque daquele homem, tão diferentes dos toques dos meninos com quem tinha ficado. Passou suavemente o seu dedo delicado na região entre a boca e o nariz, aquela que faz um fundinho característico em seu rosto e sentiu que aquela pequena área estava sensível ao toque de seu dedo, então lembrou-se da barba mal feita de Rodolfo, deve ter sido isso que a arranhou enquanto se beijavam. Continuou passando o dedo envolta da boca, no canto esquerdo, depois em baixo, entre a boca e o queixo, no canto direito… Tudo estava tão sensível como nunca… de olhos fechado perdeu-se em imaginar Rodolfo, tentar lembrar cada detalhe se seu beijo… que nem percebeu que Rodolfo chegara.
________________________________________________________________________________________

Rodolfo estava sentado na sala da senhora Dolores, mas sua mente nunca esteve tão longe, não conseguia acreditar em tudo o que acabara de viver, nunca pensou que uma menina tão delicada poderia se interessar por um homem mais velho, como ele. Lembrava de cada detalhe de seu rosto, seu olhar doce, seu sorriso romantico e seu beijo quente e ardente.

- Você está me ouvindo Rodolfo???

Rodolfo foi puxado bruscamente à realidade com os gritos da senhora Dolores em seus ouvidos.

- Sim senhora, estou sim.

- Acho bom que esteja mesmo, mas vou repetir pela última vez para que fique bem claro: EU NÃO QUERO QUE AQUILO SE REPITA NUNCA MAIS. Se aquilo chegar PERTO de acontecer, você nem venha falar comigo, fale direto com a Henrriqueta, pegue o que for seu e nunca mais apareça aqui pra procurar emprego de novo. OUVIU???

- Sim senhora.

- Ótimo, agora pode ir.

- Obrigado senhora e desculpa novamente, não vai acontecer mais.

Rodolfo saiu da sala e olhou quase que de imediato para o relógio de pulso preto que sua irmã tinha lhe dado de aniversário. Nem acreditou quando viu que estava na hora de ele ir embora. Saiu correndo, pegou sua mochila e foi rapidamente até a lanchonete da universidade rezando para encontrar lá a menina com quem sonhava acordado a poucos instantes. Quando estava quase chegando foi diminuindo seu passo apressado, estava quase parando, sentiu que tinha sido abençoado com uma das mais belas paisagens. A poucos passos a sua frente, Tatiana estava de olhos fechados, sentada em uma das mesas da lanchonete, com uma mão repousada em suas pernas, e a outra mão acariciando seus lábios e ao redor deles, era uma das expressões mais inocentes e ao mesmo tempo mais sexy que já tinha visto em toda a sua vida… Foi se aproximando devagar e Tatiana continuava a passear pelos seus lábios com os olhos fechados, seu rosto levemente jogado para trás. Ele não queria estragar aquela imagem, mas ao mesmo tempo, não aguentava mais esperar para tê-la nos braços.

Se aproximou devagar, como se estivesse com medo de acordar Tatiana. Quando finalmente chegou até ao lado dela, ela abriu os olhos devagar, como se realmente estivesse acordando, viu Rodolfo ao seu lado, levantou-se devagar, olhos nos olhos dele, passou a mão em seu rosto, sentiu sua barba e teve certeza, foi realmente ela quem deixara sua boca sensível. Rodolfo estava simplesmente amando tudo aquilo, passou as mãos em sua cintura, lhe deu um abraço firme, Tatiana soltou um suspiro quase que sem querer e ele novamente se beijaram e cada beijo entre eles parecia um beijo totalmente novo e diferente, um beijo ainda mais excitante, ainda mais envolvente.

- Vamos sair daqui? – Perguntou Rodolfo no primeiro intervalo que teve.

Tatiana balançou a cabeça positivamente quase sem pensar. Pegou sua mochila e o livro que estava em cima da mesa e foi guiada por Rodolfo até um carro que ela não sabia dizer se era um Celta ou um Corsa, nunca entendeu muito de carros, era branco mas estava um pouco sujo e tinha quatro portas. Rodolfo pegou o livro de sua mão e a mochila de suas costas e colocou no banco de trás, abriu a porta do passageiro para ela. Só ao entrar no carro é que Tati caiu em si. Estava dentro de um carro de um estranho! Indo para não-sabia-aonde, sem ninguém estar informado. Rodolfo bateu a porta após entrar e quase que por hábito trancou as portas.

- Coloque o sinto, – Rodolfo sorriu para Tati – não queremos levar uma multa, né.

Tatiana viu naquele sorriso tanta segurança… Apesar de tudo o que ela sempre ouvia sobre tomar cuidados, ela se sentia bem ao lado de Rodolfo, não conseguia acreditar que por trás daquele sorriso havia qualquer pessoa má. Sorriu para ele também e colocou o sinto de segurança.

- Para onde vamos?

- Não sei… Para onde você quer ir? – Rodolfo olhou para Tatiana que pareceu não saber o que responder – Podemos ir para um restaurante, está com fome? – Rodolfo olhou novamente para Tatiana que balançava a cabeça negativamente – Então podemos ir ao shopping, ao cinema… para algum lugar tranquilo, ou se você quiser, podemos ir pra minha casa. É perto daqui… – Rodolfo olhou para Tatiana que apesar de um pouco ruborizada sorria para ele e balançava a cabeça positivamente – Ok, então vamos para casa.

O caminho até a casa de Rodolfo foi silencioso, Tatiana revesava seu olhar no movimento da rua e nas pernas de Rodolfo, quando ela percebia que Rodolfo ia olhar para ela, ela voltava seu olhar para a rua. Pouco tempo depois Tatiana se viu entrando em um condomínio com 4 prédios, era o condomínio mais lindo que ela já tinha visto. Na hora veio em sua mente: “Ele deve ser muito rico”. Certamente ela não pensou nisso quando o conheceu, mas também não deixou de se sentir mais tranqüila sabendo que estava em lugar seguro, com seguranças na porta do condomínio, etc. Rodolfo estacionou o carro em uma vaga com um número no chão que Tatiana não conseguiu ler. Tirou o cinto e saiu do carro, Tatiana tentava tirar o cinto, mas parecia que estava preso, não saía por mais que ela tentasse. Rodolfo abriu a porta pra ela, achando que era isso que era estava esperando para sair, mas logo viu Tatiana se esforçando para tirar o sinto.

- Tudo bem aí?

- To presa, – sorriu Tatiana quase que pedindo socorro – pode me ajudar?

Rodolfo se enclinou por cima de Tatiana tentando olhar melhor o que estava acontecendo e logo resolveu o problema, destravou o cinto de segurança, mas não saiu em seguida, virou-se e viu Tatiana corada. Passou a mão pelo seu rosto e lhe deu um beijo mais calmo dessa vez, um selinho só que longo e carinhoso. Rodolfo se afastou e deixou Tatiana sair do carro, trancou o carro e estendou a mão para ela. Foram andando de mãos dadas até o elevador. Enquanto estavam esperando, outro carro parou ao lado do carro de Rodolfo e dele saiu um garota, com aparentemente uns 23, 24 anos, um corpo impecável, um cabelo loiro e liso até na cintura, rosto quadrado, olhos verdes, um corpete provocante e uma mini-saia jeans. O elevador chegou e Rodolfo torceu para que não desse tempo dela alcançar, mas deu tempo. Ele apertou o 12 e ela o 11.

- Oi Rodolfo – disse a menina com uma voz provocante e um olhar de desejo – chegando do trabalho?

- É… – Rodolfo falou com um tom de desinteresse, acha ridícula a forma com que sua vizinha se oferecia para ele. Um dia ela apareceu de camisola na porta do apartamento dele pedindo açúcar. Apesar dela ser perfeita, o seu jeito o deixava quase inojado. Teve uma idéia, que poderia dar um ponto final nas investidas dela. – Camila, deixa eu lhe apresentar. Essa é Tatiana, minha namorada. Tati, essa é Camila, minha vizinha.

Percebia-se claramente a expressão de decepção no rosto de Camila. Tatiana apesar de surpresa, achou ótimo o que Rodolfo fez.

- Muito prazer, Camila.

- O prazer é meu, Tati.

O elevador chegou no décimo primeiro andar e Camila saiu como se estivesse saindo de uma passarela, rebolando provocantemente. Assim que as portas fecharam, Rodolfo confessou.

- Como não suporto essa menina.

Tatiana não se conteve e riu ao ver esse lado de Rodolfo que ainda não conhecia. Rodolfo riu também. Chegaram ao décimo segundo andar…

Conto (início)

Tatiana é linda, mas uma beleza pura, que quase nunca chama a atenção dos rapazes de sua idade. Não é de sair, de ir a bares, festas ou boates. Muito estudiosa e dedicada ao seu curso, tem como segunda casa a Biblioteca da Universidade. Aparentemente uma menina que se concentra totalmente e exclusivamente nos estudos. O que ninguém imagina é que por trás da imagem de boa moça estudiosa, há um vulcão que, apesar de ter dormido durante muitos anos, ultimamente está prestes a entrar em erupção. Após um dia de aula, resolveu ir à biblioteca pegar um livro que o professor havia indicado na aula, chegando lá foi direto aos computadores que indicavam as estantes e os códigos dos livros. Para sua surpresa e decepção, o sistema estava com defeito. Teria de ir diretamente aos bibliotecários. Esperou na fila não muito tempo e já foi chamada:

- Próximo… – Gritou uma voz firme e bela, que fez Tatiana se arrepiar e corar.

- Oi, bom dia… – Falou quase sussurrando, o dono da voz também era lindo, aparentava uns 27 anos, tinha traços fortes e pesados, barba mal feita, um furo fundo no queixo, rosto quadrado, cara de sério. De seu corpo, não podia ver mais que do tórax pra cima, seus braços eram firmes e seu peito e ombros definidos, Tati, como a chamavam, só faltava babar em cima do bibliotecário. – eu queria pegar um livro, mas o sistema está com defeito…

- Ah… pois é… – Rodolfo percebeu o olhar de Tatiana. Ele já havia observado a menina na biblioteca várias vezes, mas nunca pensou que teria alguma chance de ficar com ela. Ela parecia tão delicada e estudiosa, tão bela e tímida. – Qual é livro que a senhorita procura?

- Chama-se “Anjos e Demônios” do Dan Brown. – Na verdade não era esse,  Tatiana cursava matemática, mas quis parecer interessante e soube que esse era um livro interessante. – Tem como achá-lo com o sistema assim?

- Tem sim, eu adoro esse livro, sei onde ele fica, posso te levar lá.

O coração de Tatiana chegou a aumentar discretamente a velocidade. Tinha realmente feito uma boa escolha ao pedir esse livro. O rapaz ia a sua frente conduzindo-a pelas escadas da Biblioteca. Discretamente ela reparou em seu bumbum, ele era lindo, redondo e deu nela uma vontade súbita de apertá-los… “que isso?” pensou Tatiana assustando-se com seus próprios pensamentos. Chegaram ao último andar, seu coração estava ligeiramente disparado, acreditou ser pelo esforço de ter subido as escadas. Rodolfo continuou andando, Tatiana percebeu que nunca tinha ido até essa parte da Biblioteca, as estantes das exatas ficavam em baixo. Esse andar era bem mais silencioso e vazio, não tinha quase ninguém, as estantes eram maiores e mais no canto, portanto se tinha alguém entre elas, era quase impossível de Tatiana ver. Rodolfo a levou até a última estante.

- Pronto, chegamos, ele está por aqui nessa estante. Você está com pressa?

- Não, tenho tempo, minhas aulas acabaram agora.

- Ótimo, porque acho que vamos demorar um pouquinho para achá-lo. Qual é mesmo o seu nome?

- Tatiana e o seu?

- Rodolfo.

Ele sorriu pra ela e estendeu a sua mão direita:

- Muito prazer em lhe conhecer.

Tatiana estendeu a mão também:

- O prazer é meu…

Apertaram-se as mãos e o toque foi quase elétrico. As duas mãos estavam quentes e o cumprimento, pareceu ao dois, demorou séculos. Finalmente soltaram-se as mãos, Tatiana um pouco constrangida e Rodolfo com um ar seguro.

- Vamos começar? – Propôs Rodolfo indo à parte mais baixa da estante e começou a ler título por título.

- Vamos, eu vou até o final e vou começar de lá.

Enquanto Rodolfo procurava o livro, sua mente voava, pensava em todas as vezes que já tinha visto essa garota linda e quantas vezes já imaginou-se com ela, achando que seria somente sonhos. Do outro lado Tatiana estava com a mente igualmente agitada, mas pensando em todas as possibilidades que o final do dia lhe propunha. Não demorou muito eles começaram a se aproximar. Ela percebeu que Rodolfo estava se aproximando mais rapidamente que ela… Suspeitou de que talvez ele soubesse onde estava o livro, mas estava retardando o momento em que finalmente ela o acharia e sairia da biblioteca. Mas depois pensou que seria muita pretensão dela, justo ela que nunca chamou a atenção dos seus colegas de faculdade chamaria a atenção desse homem lindo? Distraída, assustou-se quando percebeu que estava tão próxima de Rodolfo. Ele de repente parou.

- Acho que encontrei, venha ver… Anjos…- …Decaídos, não, não é esse, chama-se Anjos e Demônios.

- Mas deve estar aqui por perto – disse Rodolfo ficando atrás de Tatiana – Veja se consegue achar, lembro-me que a borda era vermelha escrita de dourado. Aqui…

Rodolfo passou o braço por baixo do braço de Tatiana, quase encostando em sua cintura. Tatiana pensou que ele iria abraçá-la por trás, ele estava muito próximo de suas costas e a mão muito próxima de sua barriga, chegou a suspirar e quase fechou os olhos, mas a mão continuou e pegou um livro grande e desgastado já… Rodolfo, que provocou tudo aquilo de propósito, viu que realmente estava com essa mulher linda caída por ele, e resolveu arriscar, não iria se perdoar nunca se deixasse aquela ocasião escapar pelos dedos. Tatiana virou-se sorrindo gentilmente, sua boca estava entre aberta, era bem desenhada e estava com um discreto batom, Rodolfo estava louco pra beijá-la e não conseguiu segurar seu impulso, terminou de virá-la e aproximou-se devagar e gentilmente, permitindo que ela recusasse ou dissesse alguma coisa, mas ela também se aproximou e fechou os olhos. Os dois finalmente se beijaram e foi muito mais intenso do que jamais imaginaram, foi um beijo que começou calmo e em menos de segundos estava mais intenso que qualquer outro beijo que Tatiana se lembrava de ter dado. Quando finalmente pararam, Tatiana percebeu que estava com seu corpo encostado no de Rodolfo. Soltaram-se constrangidamente…

- Desculpa, mas eu não resisti, há meses que eu sonho com esse momento…

- Meses? Nós nos acabamos de nos conhecer…

- Eu sempre te vejo por aqui. Eu comecei a trabalhar aqui faz 4 meses e desde então você sempre me chamou a atenção. Eu devia ter te falado isso antes, né…

- Não… tudo bem, não to brava nem nada. Só estranho um pouco, porque vc nunca falou comigo?

- Você sempre parecia tão séria, tão reservada, achei que falta de respeito, sei lá… – Sorriu timidamente – Estou praticamente realizando um sonho…

Tatiana abriu um sorriso enorme e voltou a beijá-lo…

- mrrum mrrum – Um pigarro forçado fez eles se afastarem assustados. – Rodolfo, estava te procurando.

- Desculpa senhora Dolores, eu vim só buscar um livro…

- Sim, eu vi… – Olhou por cima dos finos óculos para a menina corada que estava ao lado do rapaz – Já achou o livro? Pode voltar para o trabalho então…

- Sim, claro, já estou indo senhora.

A senhora saiu, foi em direção da escada com uma postura impecável.

- Eu saio daqui há uma hora, quero te ver de novo.

- Bom, eu posso te esperar na lanchonete, enquanto isso vou lendo. Não tenho mais nada pra fazer agora.

Os dois sorriram, estavam encantados um com o outro. Desceram pela escada e foram ao balcão para registrar o livro que eles acharam. Tatiana se despediu discretamente. A senhora Dolores estava por perto, não queria criar problemas pro Rodolfo.

Caminhando até a lanchonete da universidade, Tatiana não acreditava em tudo o que acabava de viver, estava escurecendo e sua mente só pensava em tudo o que estava pra acontecer.

Primeiro post!

Bom, resolvi fazer um novo blog. Um blog que eu pudesse divulgar, tenho outro, mas é como um diário, ninguém o conhece…

Espero sinceramente que quem ler esse blog não espere nada dele. Não sou muito boa em corresponder à espectativas.

Beijos quentes para todos!

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.